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	<title>Lula Araujo &#187; Colméia</title>
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	<description>histórias, fotos e pensamentos</description>
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		<title>Histórias do Lula</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 14:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lulacam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vida nos ensina a criar, adaptar, em algumas situações, no desempenho de nossas atividades. Tenho observado, no decorrer da trajetória profissional, quantas atitudes bem vindas tivemos, aumentando a capacidade de criação. Quero citar aqui, alguns exemplos . Cablecam, Paucam, &#8230; <a href="http://www.lulaaraujo.com/2008/11/historias-do-lula/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lulaaraujo.com/wp-content/uploads/2008/11/historia-sem-fimfa-21b-cena-no-amolar-lula-cablecam-1000px.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87" title="historia-sem-fimfa-21b-cena-no-amolar-lula-cablecam-1000px" src="http://lulaaraujo.com/wp-content/uploads/2008/11/historia-sem-fimfa-21b-cena-no-amolar-lula-cablecam-1000px-300x198.jpg" alt="" /></a></p>
<p>A vida nos ensina a criar, adaptar, em algumas situações, no desempenho de nossas atividades. Tenho observado, no decorrer da trajetória profissional, quantas atitudes bem vindas tivemos, aumentando a capacidade de criação. Quero citar aqui, alguns exemplos .</p>
<p><strong>Cablecam, Paucam, Tapete mágico, Cabo aéreo, Padiola, Colméia, Braço mágico</strong>, <strong>etc.</strong></p>
<p>Operando o <strong>steadicam </strong>a 28 anos, despertou a criatividade, para realizar algumas operações.</p>
<p>Em 1982, com Edgar Moura, no filme de Daniel Filho, &#8220;O Cangaceiro Trapalhão&#8221;, usamos uma espécie de <strong>colméia</strong>, feita de extensores de moto, adaptado num camera car, para fazer um a perseguição de carroças, com uma Arri BL III, presa <strong>na colméia</strong>, bem estável.</p>
<p>Em 1990, na novela &#8220;Pantanal&#8221; de Jaime Monjardim, usamos o <strong>tapete mágico</strong>, para um traveling out, operador e câmera em cima de um tapete, que puxado por duas pessoas, desliza no chão com suavidade, sem ruídos. Também usamos a <strong>padiola</strong>, montada para caber na Toyota, com 4 pés, que levava todo nosso equipamento para as locações, serviu de traveling alto.</p>
<p>Em pé, com a câmera na mão, em cima da <strong>padiola</strong>, com um apoio de um tripé catracado.</p>
<p>Na novela também usamos, para flutuar nas águas do rio Negro, uma placa grossa de <strong>isopor</strong>, para apoiar a câmera, para as cenas de dentro d&#8217; água. Quando houve a necessidade, de obter imagens subaquáticas, usamos um <strong>aquário </strong>do mesmo tamanho da câmera, e afundando-a um pouco, usando bóias de proteção.</p>
<p>Em 1996, na TVE, na &#8220;Turma do Pererê&#8221;, de Sonia Garcia, em Foz do Iguaçú, usamos um <strong>cabo aéreo</strong>, da Brigada de incêndio, para fazer um traveling de 50 metros, em declive, utilizando um boldrier com carretilha sobre o cabo.</p>
<p>Produzimos um cipó, para índio curumim voar pela floresta.</p>
<p>Em 1999, na &#8220;História sem fim do rio Paraguai&#8221;, de Valéria del Cueto, usamos o <strong>Cablecam</strong>, para registrar um grupo folclórico, sob a sombra de uma árvore frondosa, amarramos uma corda, num galho da árvore, e colocamos a câmera pendurada. Fazendo movimentos pendulares, aproximamos dos músicos e afastando. Com a câmera Atoon 16mm, com uma angular 8mm, testada antes, para ver o enquadramento, para depois fechar o ocular, câmera cega.</p>
<p>Em 2002, na Amazônia, num evento esportivo,  tipo triatlon da floresta, usamos o <strong>Paucam</strong>, um cabo de machado, com uma base de apoio articulado para a câmera, uma Arri SR16mm, que ficou presa com extensores. Para tomadas tão baixas, pegando os pés dos atletas nas corridas de chão. É muito pesado e cansa correr com esta adaptação, mas o efeito é ótimo.</p>
<p>Em 2006, com Washingto Novaes, de novo no Xingú, com a série &#8220;Xingú, A terra ameaçada&#8221;, usamos o <strong>braço mágico,</strong> para pendurar uma Sony Z1,  em low mode, como o <strong>paucam</strong>, só que articulado, para as danças dos índios, na festa do Kuarup.</p>
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